HOSPITAL AMIGO DA CRIANÇA

Hospital Amigo da Criança

A Santa Casa de Limeira, é o único hopital da regional de Piracicaba (DRS 10) e um dos 38 hospital do estado de São Paulo a ser Hospital Amigo da Criança. Visando sempre a melhor qualidade na assistência, têm o selo de Hospital Amigo da Criança desde 2002 e vêm, sistematicamente, treinando seus colaboradores, médicos e equipes que trabalham com os recém-nascidos, na humanização e no suporte ao aleitamento materno. Ser um Hospital Amigo da Criança é um orgulho para toda a família Santa Casa de Limeira. No Hospital Amigo da Criança, incentivamos o aleitamento materno sob livre demanda, a permanência do recém-nascido junto com a mãe desde a sala de parto, exceto nos casos onde o bebê ou a mãe tem algum risco, aumentando o vínculo, favorecendo o aleitamento materno e os cuidados necessários ao recém-nascido.

           O selo de Hospital Amigo da Criança é uma iniciativa idealizada em 1990 pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo UNICEF para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno e o objetivo fundamental é o de mobilizar os funcionários dos estabelecimentos de saúde para que mudem condutas e rotinas responsáveis pelos elevados índices de desmame precoce.

Para isso, foram estabelecidos os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno.

1 – Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço.

2 – Treinar toda a equipe, capacitando-a para implementar essa norma.

3 – Informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação.

4 – Ajudar a mãe a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto.

5 – Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos.

6 – Não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica.

7 – Praticar o alojamento conjunto – permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia.

8 – Encorajar a amamentação sob livre demanda.

9 – Não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.

10 – Encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar.

Além disso também obedecemos os seguintes critérios:

  1. Cumprir a Lei 11.265 de 03 de janeiro de 2006 e a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças na Primeira Infância – NBCAL;
  2. Garantir livre acesso à mãe e ao pai e permanência da mãe ou pai, junto ao recém-nascido, durante 24 horas, conforme Portaria nº 930 de 10 de maio de 2012, devendo o hospital ter uma Política escrita, a respeito, que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde;
  3. Incluir no processo de avaliação da IHAC o critério global – Cuidado Amigo da Mulher devendo o hospital ter uma Política escrita, a respeito, que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde;
  4. O Critério Global Cuidado Amigo da Mulher requer as seguintes práticas:
  5. Garantir às mulheres, um acompanhante de livre escolha para oferecer apoio físico e/ou emocional durante o pré-parto, parto e pós-parto, se desejarem;
  6. Ofertar, às mulheres, líquidos e alimentos leves durante o trabalho de parto;
  7. Incentivar as mulheres a andar e a se movimentar durante o trabalho de parto, se desejarem, e a adotar posições de sua escolha durante o parto, a não ser que existam restrições médicas e isso seja explicado a mulher, adaptando condições para tal;
  8. Garantir às mulheres, ambiente tranquilo e acolhedor, com privacidade e iluminação suave;
  9. Disponibilizar métodos não farmacológicos de alívio da dor, tais como, banheira ou chuveiro, massageadores/massagens, bola de pilates (bola de trabalho de parto), compressas quentes e frias, técnicas que devem ser de conhecimento da parturiente, informações essas, orientadas à mulher durante o pré-natal.
  10. Assegurar cuidados que reduzam procedimentos invasivos, tais como rupturas de membranas, episiotomias, aceleração ou indução do parto, partos instrumentais ou cesarianas, a menos que necessárias em virtude de complicações, e, que em caso de necessidade, isso seja  explicado à mulher;
  11. Caso o hospital tenha em suas rotinas a presença de doula comunitária/voluntária, autorizar a presença e permitir o apoio à mulher, de forma continua, se for a vontade dela.

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